sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Brincando com o Saberzinho...

Vamos ver se você é fera mesmo. Leia as pegadinhas abaixo e tente achar as respostas.

1. Sete primas, um tênis em cada pé. Quantos pés de tênis?
2. Na roda gigante, em cada cadeira cabem 6 pessoas. São 8 cadeiras. Quantas pessoas?
3. Cada caixa: 6 lápis de cor. 7 caixas: quantos lápis?

Para brincar...

BATATA QUENTE
COMO SE BRINCA?
OS ALUNOS FORMAM UMA RODA, EM PÉ OU SENTADOS NO CHÃO. UMA DAS CRIANÇAS ESTARÁ FORA DA RODA, DE OLHOS FECHADOS. OUTRA CRIANÇA DA RODA FICA COM UMA BATATA NA MÃO E COMEÇA A PASSÁ-LO PARA OS DEMAIS E QUANDO O COLEGUINHA QUE NÃO ESTÁENXERGANDO INICIA A SEGUINTE CANÇÃO:- BATATA QUE PASSA QUENTE, BATATA QUE JÁ PASSOU. QUEM FICAR COM A BATATA, COITADINHO SE QUEIMOU!QUANDO DISSER “QUEIMOU”, A PESSOA QUE ESTIVER COM A BATATA NA MÃO SAI DA BRINCADEIRA.

Curiosidades sobre alimentos

Você sabia?
* Que foram os chineses que inventaram o sorvete, há 4 mil anos. A deliciosa receita era composta por uma pasta feita de leite, arroz e neve. Porém, para nossa sorte, Marco Pólo levou a guloseima à Itália, onde foi aperfeiçoada, tornando-a mais semelhante ao sorvete que comemos hoje.
* O repolho é formado de 91% de água.
* Um pé de laranja pode dar frutos durante cem anos.
* As batatas fritas foram feitas pela primeira vez na Bélgica, em 1876.
* Não é de hoje que se gosta de biscoito. Os primeiros registros da iguaria são do tempo dos faraós, no antigo Egito.
* O iogurte apareceu na Ásia Menor por volta de 4.000 a.C. Reza a lenda que um viajante nômade atravessava o deserto carregando um pouco de leite numa sacola feita de pele de cabra.
* Um ovo de avestruz corresponde a uma dúzia de ovos de galinha
* O pão, um dos alimentos mais consumidos pela humanidade e também um dos mais antigos, não foi usado apenas como comida na Antiguidade. No Egito, o pão também servia para pagar salários. Um dia de trabalho valia três pães e dois cântaros de cerveja.

Brincando de adivinhas sobre alimentos

1. O que é, o que é?
Grãos branquinhos e pequenos. Junto com óleo e sal, alho ou cebola são cozidos na água. É o _________________.
2. O que é, o que é?
Grãos durinhos, precisam cozinhar muito. Tem um cheiro gostoso quando são temperados com alho ou cebola. O caldo também é delicioso! È o ____________________.
3. O que é, o que é?
Verduras e legumes cozidos com pedaços de carne, para a gente comer com colher. È a ________________
4. O que é, o que é?
Elas ficam debaixo da terra, bem sujinhas, mas ficam amarelinhas depois que a gente tira a casca. Podem ser frita, cozidas, ensopadas... São as _______________________.
5. O que é, o que é?
São redondinhas, amarelinhas, às vezes doce, às vezes azeda. Vão bem no suco e são ricas em vitamina c. São as _____________
6. O que é, o que é?
Sou espinhento. Tenho coroa de rei. Uma delicia no suco. Sou o ________________
7. O que é, o que é?
Sou da cor da laranja e muito cheirosa. Todos sabem quando estou perto. Quem sou eu?________________
8. O que é, o que é?
Sou comprida e saborosa, branca por dentro e amarela por fora. Tenho uma casca grossa , mas com a mão mesmo qualquer um me descasca. Sou a _______________
9. O que é, o que é?
São verdinhas ou roxinhas, vivem bem unidas em um cacho e você come somente a polpa. Sou a ____________

Para a semana da alimentação....



As frutas mágicas


Autora: Editora Edelbra


Editora: Edelbra


Edição: 1ª Apresenta uma grande lição de vida para as crianças, pois a história traz um ensinamento. A coleção para despertar a criatividade e incentivar o hábito da leitura nos pequenos.



Vamos comer?
Autora: Beatriz Matiotti Odriozola
Editora: Leitura
Edição: 1ª
De forma lúdica, por meio de frases curtas e textos rimados, a Coleção Maternal ensina a criança a lidar com as pequenas tarefas do cotidiano, como se alimentar, tomar banho, escovar os dentes.







Receita: pra fazer e saborear com a turma




Sanduba Bom Demais
Ingredientes: 4 pães de hambúrguer ou outro tipo de pão
2 colheres de sopa de azeite4 ovos cozidos picados
7 colheres de sopa de queijo picado2 tomates picados
1 colher de café(colherinha pequena) de sal
1 cenoura pequena ralada
Modo de preparo:
Corte os pães ao meio.Misture todos os ingredientes (queijo, sal, cenoura, azeite e ovos) numa tigela, recheie os pães. Para ficar mais saboroso, embrulhe os pães com papel alumínio e leve ao forno médio por 15 minutos.










quarta-feira, 15 de outubro de 2008

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

A arte de brincar

Edinara Michelon Bisognin
Francieli Fréu
Jucilene Concencio

A criança tem necessidade de brincar desde os primeiros momentos de sua vida, pois é através do brincar que passa a conhecer o mundo e a si próprio. Além destes conhecimentos, brincar também estimula a criatividade e contribui para o desenvolvimento saudável das capacidades físicas, mentais e sociais.
Como o brincar é uma atividade muito intensa, especialmente nos primeiros anos da infância, da mesma forma, intensos são os resultados deste ato, uma vez que é através do brincar que a criança manifesta seus medos, conflitos, angústias e fantasias. A partir destas manifestações, a criança pode modificar algumas situações, especialmente as mais difíceis, ou até mesmo resolvê-las. Tudo isso para satisfazer suas necessidades.
Entretanto, esta não é a única satisfação, uma vez que o brincar também satisfaz algumas fantasias que na vida real normalmente não são permitidas. Isso acontece porque, para a criança, o brinquedo adquire vida e com ele é possível, além de explorar a realidade, experenciar diferentes papéis: ora é mocinho, ora é bandido, ora é fada, ora é bruxa. Assim, o brinquedo permite expressar sentimentos e emoções, os quais, vivenciados no dia a dia, podem gerar sofrimento, mas, no mundo da fantasia, podem ser transformados e é essa transformação que possibilita a eliminação do sofrimento.
Por estas e por tantas outras razões, é importante que os adultos em qualquer contexto, sejam pais ou professores, proporcionem às crianças momentos em que possam brincar. Nessas brincadeiras vale tudo: massa de modelar, desenho livre, retalho, sucata, enfim, tudo o que possa ser transformado de acordo com a criatividade de cada criança.
Como o brincar é uma maneira de aprender algo do mundo e do ser humano, além de desenvolver as capacidades da criança, pode ser uma boa maneira para ela conhecer sobre seus próprios limites, pois sabendo que brincar é fingir, é possível aprender distinguir fantasia de realidade.
O brincar, ato lúdico e criativo, é tão sério quanto o trabalhar na vida adulta, tanto que o brincar, ou o não gostar de brincar, pode ser um indicativo de que algo não está bem, pois a criança precisa, de alguma forma, expressar suas mais autênticas e verdadeiras emoções. Sendo assim, estimular brincadeiras e proporcionar momentos de lazer e de bem-estar pode ser uma excelente maneira de promover a saúde física e psíquica de nossas crianças.
Referências:
ABERASTURY, A. A criança e seus jogos. P.A. Ed. Artes Medicas 1992.
WINNICOTT, D. o brincar e a realidade. R.J. Ed. Imago 1992.
DUARTE, I. Brincar de verdade: um estudo da atividade lúdica na práxis psicanalítica. Sociedade Psicanalítica de P.A. 2004.
LEBOVICI, S. & DIATKINE, R. O significado e a função do brinquedo na criança. P.A. Ed. Artes Medicas 1986.

NPE – Núcleo de Psicologia Escolar URI-FW – Fone: (55) 3744-9253
Professora Responsável: Edinara Michelon Bisognin
Estagiárias: Leiza Mokwa, Micheli Coelho e Paulina Cecilia Mantovani.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Uso do jornal na sala de aula melhora desempenho dos estudantes, diz pesquisa...














Pesquisa do PJE mostra que utilização do jornal como ferramenta complementar de ensino melhora o hábito da leitura, aumenta a assimilação de conteúdo, amplia o vocabulário, eleva as notas, estimula o senso crítico e motiva os estudantes.
A utilização do jornal como ferramenta complementar de ensino melhora o hábito da leitura, aumenta a assimilação de conteúdo, amplia o vocabulário, eleva as notas, estimula o senso crítico e motiva os estudantes. A conclusão é de uma pesquisa realizada com alunos e professores de escolas públicas e particulares, participantes do Programa Jornal e Educação, da Associação Nacional de Jornais (ANJ).
O estudo qualitativo foi elaborado por meio de um questionário, feito pela consultoria John Snow Brasil e aplicado em sete capitais brasileiras: Brasília, Florianópolis, Belém, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. Os entrevistados foram divididos em 14 grupos separados entre alunos e professores. Foram respondidas questões diversificadas sobre hábitos de leitura, percepção de atividades de incentivo à leitura, benefícios do acesso à informação para o exercício da cidadania e os principais obstáculos que existem entre o jornal e o aluno.
“A pesquisa veio para comprovar o que os professores e coordenadores do programa presenciavam na rotina de trabalho. Mas, para ganhar força, era necessário um estudo mais profundo, uma pesquisa com resultados efetivos, que mostrasse como o uso bem feito do jornal traz benefícios não só dentro das salas de aula, como também para o desenvolvimento social e pessoal dos alunos”, explica a coordenadora do Programa Jornal e Educação da ANJ, Cristiane Parente.
De acordo com Miguel Fontes, diretor da John Snow Brasil, o principal motivo para a não leitura do jornal é o desconhecimento. “Quando você desmitifica o jornal para o jovem, ele gosta, percebe o mundo. Sente-se mais atuante e mais crítico”.
No questionário, os alunos também levantaram sugestões para aproximar o jornal do cotidiano jovem, deixando a leitura do periódico mais dinâmica, divertida e atraente.
Os principais obstáculos citados pelos entrevistados na hora da leitura do jornal foram: a dificuldade de manusear o impresso, a sujeira nas mãos, a necessidade de textos mais leves com mais cores e figuras, matérias publicadas e elaboradas por jovens para jovens, mais notícias locais que abordem a comunidade e o jornal tratado não só como um veículo transmissor de problemas sociais, como também um meio de comunicação que traga soluções.
Os resultados revelam que o uso do jornal durante as aulas contribui para a criação do hábito e gosto pela leitura, refletindo, assim, no aumento das notas dos alunos, principalmente na disciplina de português, e uma postura mais crítica diante do mundo em que vivem. Os professores destacaram que a discussão das notícias, entre outras atividades com jornal, colabora também para melhorar a redação dos alunos e seu nível de argumentação, além de tornar as aulas mais dinâmicas e interessantes.
Além das notas, a diretora do programa lembra que a pesquisa revelou que muitas crianças começaram a orientar os pais na hora que assistem os telejornais, pois agora questionam muito mais a mídia. “A leitura cotidiana do jornal é de extrema importância, pois com ela o jovem percebe qual é o seu papel como cidadão, perante os problemas da sua comunidade, da sua classe, da sua cidade”, explica Cristiane.
Formação dos professores
Um problema apontado por Cristiane é que o uso da mídia não é tratado em cursos de formação e capacitação para professores. “Existe uma tendência de mudar essa lógica dentro das salas de aula. Muitas especializações de pedagogia tratam da questão da educação e comunicação, mas a discussão ainda não é feita. É preciso organizar melhor o debate, pois sabemos que muitos professores que estão dentro das salas de aulas não foram capacitados para trabalharem com mídias, não foram formados para isso”.
Para a coordenadora do programa, é necessário incluir o jornal na sala de aula e adotar essa ação como uma política pública. “Mas não adianta apenas criar a lei e jogar o jornal dentro das salas de aulas. O professor precisa de um acompanhamento, uma formação continuada e um espaço de troca de experiências com outros docentes”, finaliza.
O Programa de Jornal e Educação (PJE/ANJ) foi criado em 1982 e consiste em iniciativas realizadas por associados da ANJ a favor da leitura. O objetivo é formar leitores críticos, reverter os baixos índices de leitura entre os brasileiros, facilitar o acesso às informações do cotidiano visando uma perspectiva de cidadania e participação social. Segundo Cristiane, há 16 anos pelo menos uma iniciativa é lançada por ano. Só de fevereiro a agosto de 2008, quatro jornais lançaram programas de Jornal e Educação. Até o final deste ano a expectativa do PJE/ANJ é que o programa tenha atendido aproximadamente 6,8 mil escolas, 67,5 mil professores e 1,8 milhão de alunos em todas as regiões brasileiras.
O Programa também construiu um site no qual os estudantes e professores discutem e trocam experiências de como utilizar o jornal em sala de aula.
Texto de Vivan Lobato publicado no Portal Aprendiz

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Dica de Filme


Alvin e os esquilos
Duração: 92 minutos
Ano: 2007
Alvin e os Esquilos conta a história de um grupo musical de esquilos, formado pelo líder brincalhão Alvin, pelo alto e envergonhado Simon e pelo bochechudo Theodore, todos adotados pelo músico Dave Seville. Ele transforma o incontrolável trio em celebridades da música pop, enquanto eles colocam sua vida do avesso.

Dicas de livros para o professor...








Pedagogia da Amizade
Autor: Gabriel Chalita
Editora: Gente
Edição: 1
Neste livro, Gabriel Chalita chama a atenção para as conseqüências do bullying, um problema crescente no mundo inteiro, oriundo da falta de amizade entre as pessoas, em especial entre as crianças em fase escolar. Você encontrará histórias reais de sofrimento e de felicidade, exemplos de fracasso, mas também de sucesso. São histórias de dor e de superação usadas para ajudar a compreender a beleza da amizade como antídoto para o veneno social do bullying. Com esta leitura, pretendemos fomentar a crença nas pessoas e construir um mundo sem preconceitos, mais amigável e feliz.

















Cadê a síndrome de Down que estava aqui? O gato comeu...
Autora : Elisabete Tunes
Editora: Autores Associados
Edição: 2ª
O livro descreve ações da mãe Lurdinha procurando mostrar que pessoas com síndrome de Down podem desenvolver-se de modo muito próximo ao da normalidade. O livro emociona, propõe questionamentos, indica alternativas. Traduz indignação ante o preconceito e luta contra ele, ao mesmo tempo que traz a esperança de bani-lo pela demonstração de que a deficiência mental na síndrome de Down é socialmente construída.














Professor refém
Autora: Tânia Zagury
Editora: RecordEdição: 2ª O Professor Refém chega para reforçar a preciosa parceria entre pais e professores, bem como entre os que planejam e os que executam as políticas educacionais. E para demonstrar que não haverá solução para a educação brasileira enquanto não se investir na formação continuada do professor.

















Professor: como está a sua voz?


“A voz é efeito de sentido, não podendo ser concebida apenas como mero ato laríngeo, mas como marca constitutiva da oralidade” (Chun, 2002).

É você professor que tem uma das maiores responsabilidades, a de educar, é você que transmite seus conhecimentos para a formação de sujeitos capacitados. E seu principal instrumento de trabalho é a voz.
Ser professor é uma profissão de risco para desenvolver problemas vocais, desta forma todo professor tem necessidade de uma voz que seja capaz de suportar uma intensa demanda vocal, o uso prolongado por várias horas do dia e em vários dias da semana.
Para evitar o aparecimento da disfonia, caracterizada por qualquer alteração da voz decorrente de um distúrbio funcional e/ou orgânico do trato vocal, preste atenção nos seguintes sinais: se ao final do dia sente perda ou enfraquecimento da voz; voz rouca por vários dias; quebras na voz durante explanações e voz mais grave (grossa) do que no início da profissão. Essas modificações podem estar acompanhadas de pigarro, tosse seca, dor ou desconforto na região do pescoço ou sensação de cansaço ao falar.
Para evitar esses desconfortos é preciso seguir alguns cuidados: hidrate-se o ideal é a ingestão de 8 a 10 copos de água por dia; evite álcool destilado e o fumo; evite explanações em ambientes ruidosos; articule corretamente as palavras; evite falar muito alto e não esqueça de fazer um repouso vocal, use efetivamente os momentos de descanso, os intervalos entre as aulas, esses momentos são valiosos e devem se tornar hábitos na vida de um professor.
É fundamental que todo o professor esteja bem emocional e fisicamente, a sua voz é o principal recurso de trabalho e compõe o elo de inter-relação professor-aluno merecendo atenção e cuidado. Alterações freqüentes e que duram por mais de quinze dias, podem ser sinais de disfonia, procure um especialista para lhe auxiliar. Uma voz bem trabalhada suporta a demanda vocal sem apresentar problemas, mantendo-se saudável a saúde vocal durante a atividade profissional. Assim professor você poderá continuar fazendo o que melhor sabe, contribuir com seus ensinamentos e formar pessoas melhores e capacitadas.
Débora Girardi – Fonoaudióloga de Frederico Westphalen